Sorte ou azar o meu corpo ter dado o alerta quando eu tinha 28 anos, e a tempo de ainda fazer alguma coisa?

Sorte ou azar o meu corpo ter dado o alerta quando eu tinha 28 anos, e a tempo de ainda fazer alguma coisa?

Sorte. Eu acredito que sim.

Acredito genuinamente que nós somos o que comemos e que a nossa dieta e estilo de vida, têm um papel fundamental na prevenção e no tratamento de doenças do espectro imunitário. São as nossas escolhas que nos vão ajudar a definir a forma como vamos viver os nossos dias – com mais ou menos energia, maior ou menor qualidade, por mais ou menos tempo.

A minha chamada de atenção foi forte. Mas veio a tempo de conseguir “corrigir” o que andava a fazer errado. E tive uma oportunidade de ouro. Poder dedicar-me a ler, a estudar e perceber o mal que me estava a fazer. Demorou, mas cheguei lá. E hoje, são muitas as pesquisas que mostram que os alimentos inflamatórios como o glúten, os lacticínios e os açucares refinados, tão presentes na nossa alimentação, nos fazem mal. Muito mal. E a minha lição é tão simples quanto: a comida é o nosso melhor remédio!

A mim “tratou”. Mas será que foi a causa? aliado a toda uma genética e estilo de vida… a acredito que sim!

E se é nossa intenção viver por mais tempo e com mais qualidade de vida, é muito importante sabermos escolher os ingredientes que devemos ter no nosso prato. Só assim estaremos livres do que o Dr. Tom Obrian.DC. CCN. DACBN. chama de “cascata inflamatória” e que muito bem fundamenta no seu livro “The Auto-imune Fix”, questão também abordada por Susan Blum, MD., M.P.H no seu livro “The Imune System Recovery Plan” e com a qual, com base na minha realidade e após muitas leituras e estudos, concordo plenamente. Para estarmos livres da dita “cascata inflamatória” devemos começar por retirar aqueles alimentos que o nosso corpo não reconhece, que tem dificuldade em digerir e que acabam por ser o gatilho da cascata – o glúten, laticinios e açucares refinados. É fundamental começar por eliminar os alimentos inflamatórios, que contribuem para a disfunção no nosso intestino, originando alergias e intolerâncias que debilitam o nosso sistema imunitário, e que nos tornam vulneráveis ao desenvolvimento das doenças autoimunes, e cujos primeiros sintomas acontecem no nosso órgão mais fraco, determinado pela nossa genética, antecedentes, modo de vida e ambiente onde crescemos e vivemos. Uma inflamação que se pode tornar crônica e iniciar o todo o processo degenerativo…

Costumo explicar que um carro sem a gasolina certa não anda, ou que acaba por avariar reduzindo substancialmente o seu tempo de vida. No nosso caso é precisamente a mesma coisa, na verdade o que precisamos mesmo é de saber qual a “gasolina” certa para vivermos mais tempo e com mais qualidade. O que a meu ver é muito simples: basta optarmos pelos alimentos como eles são de verdade, completos, tal e qual as nossas avós tinham nas suas mesas, aqueles que vêm da lota ou da horta “diretamente” para a mesa! Sem passarem por qualquer processo de transformação desde a sua génese até ao nosso prato.

E é por isso, que em todas as minhas receitas, o meu foco é aliar SAUDE, NUTRIÇÃO e SABOR. Sempre em linha com a filosofia do CrU com Pinta, desde o dia em que nasceu: A COMIDA É O NOSSO MELHOR REMÉDIO.

 

 

 

 

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