A minha alimentação mudou a minha vida

Descobri com a vida a importância de uma alimentação saudável, e mudei totalmente os meus hábitos alimentares e estilo de vida. Percebi que existem alimentos que o meu corpo não tolera, e que tenho por isso uma limitação. Uma limitação que se tornou uma força interior, e me fez perceber a importância do alimento – tem que ser nutritivo e dar-me a energia que preciso, e para isso aprendi a ouvir e a conhecer o meu corpo.

Sei que todos queremos seguir uma determinada dieta, mas eu não tenho um nome certo para a minha. Dou preferência aos alimentos no seu estado mais natural. Se também cozinho os alimentos? Sim. Se também como cereais, grãos? Sim. Se como produtos animais? Sim.

Acredito nos benefícios de uma dieta à base de plantas como o Raw Food, acredito também na importância dos produtos animais e das gorduras boas, sinto que preciso de grãos, cereais e sementes, que integro nas minhas rotinas cá de casa. O que tento sempre? que sejam o mais naturais possível! Cada um deve perceber o seu corpo, tentando compreendê-lo em cada fase da vida, e dando-lhe aquilo que precisa para viver com o melhor de si. Se faço asneiras? Faço sim, e tenho as minhas consequências .)

Conhecem o meu livro – Cru? é um exemplo perfeito do que tento fazer no meu dia a dia. Aliar os crus aos cozinhados, com a simples missão de ter uma alimentação rica em nutrientes, de fácil digestão e que me dê toda a energia que preciso para o meu dia. O complemento perfeito entre o cru e o cozinhado, onde integro produtos animais,  vegetais, fruta, sementes, grãos e cereais.

Porque é que opto, sempre que posso, por alimentos crus?
1) porque adoro!
2) porque os alimentos me nutrem na sua plenitude.
3) porque os alimentos são de fácil digestão.
4) porque me dá uma gosto gigante servi-los numa mesa, cheia de cor, vida e alegria.
5) porque não me incham, não me deixam mal disposta, com dores de cabeça, cansada..
6) Porque um prato de “CRUS” não é naturalmente confeccionado com os alimentos inflamatórios (glúten, lacticínios, açucares refinados) que retirei assumidamente da minha alimentação.

O que procuro ter na minha alimentação:
Produtos animais:
Carne, peixe e ovos.
Vegetais: Espinafres, brócolos, espargos, couves, abóbora, curgete, couve flor, alface, repolhos, pepino, beringela, cogumelos, beterraba, brócolos, cebola, batata branca, alho, tomate, salsa, coentros, cebolinho, manjericão, hortelã, rúcula, cenoura, soja, gengibre, curcuma, ginseng, maca, batata doce, rabanete, inhame, mandioca.
Fruta: frutos vermelhos, goji, abacate, laranja, manga, maracujá, ananás, maçã, pêssego, ameixa, kiwi, banana, …
Cereais:
Aveia, arroz (integral, selvagem, tai, basmati), quinoa, millet.
Sementes: Linhaça, chia, sésamo, abóbora, cânhamo, girassol, …
Frutos secos: Nozes, avelãs, pinhões, cajus, amêndoas, pistácios, coco…
Leites vegetais.
Oleos vegetais (prensados a frio): 
Azeite Virgem extra, óleos de fruta (abacate, …) óleo de coco, óleo de nozes (amêndoa, ..)
Açúcar: Mel, stevia, açúcar de coco, agar-Agar.
Bebidas: Vinho (branco e tinto), águas naturais e aromatizadas de frutas e vegetais; sumos de fruta natural, chás e infusões, café simples.
Doces: Chocolate  (85% cacau), bolos, panquecas e pães confeccionados com os ingredientes que constam na minha lista dos ingredientes “permitidos”.
Farinhas: quinoa, arroz, aveia, sésamo, trigo-sarraceno, …

Não conto as calorias dos alimentos, simplesmente como o que sei que me faz bem. Opto por produtos locais e da estação, e porque sempre que posso dou preferência aos produtos crus, muito ricos nutritivamente acabo naturalmente por precisar de comer menos.

O que não entra na minha alimentação:
Trigo, centeio e cevada.
Lacticínios.
Açúcares refinados.

Ideias de receitas 
para o dia a dia:
Pequenos-almoços / snacks: quando quero mesmo um iogurte opto por comprar sem lactose, mas costumo optar por papas de aveia, e pudins de chia com fruta. Também adoro panquecas recheadas de puré de fruta natural, ou fruta aos pedaços. Ou mesmo abacate fatiado com um ovo escalfado sobre uma fatia de pão. Os sumos e batidos de fruta também são uma opção. E a granola é regra cá em casa (dá para tudo).


Refeições:
Opto preferencialmente por um estilo de refeição crua, mas não tem que ser na totalidade. O meu maior desafio tem sido integra-los no registo cá de casa. Adoro por exemplo um tártaro simples ou em cama de arroz, quinoa, esparguete de vegetais, … um simples carpaccio, servido também em wrap ou sanduíche, um ceviche   ou uma marinada de legumes. E agora, aquela pergunta que todos me querem fazer. Se rejeito um bom cozido? ou feijoada? não! adoro.. mas tenho muita atenção ao que lá está dentro e à forma como foi feita. Não posso por exemplo comer a farinheira… e confesso que tenho muita pena!


Acompanhamentos:
 optei por dar vida aos meus vegetais, e utilizo variadissimas vezes a  Spiralizer para um delicioso esparguete de courgete, de beterraba, de abóbora,  de batata doce, … opto também pelo arroz, pela quinoa, feijão, grão, .. e umas boas chips de batatas ou legumes, que faço habitualmente no forno em azeite.

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